
O papa Bento XVI advertiu neste domingo (10) que não existe apenas a morte física, mas também uma morte espiritual, que corre o risco de acabar com a vida do ser humano.
Esta foi a explicação do Pontífice antes da oração mariana o Ângelus, com milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano.
"A morte representa para nós uma espécie de muro que nos impede de ver além; no entanto, nosso coração tenta ver além desse muro e, ainda que não possamos conhecer o que esconde, nós o pensamos, imaginamos, expressando com símbolos nosso desejo de eternidade”, afirmou o Santo Padre.
Bento XVI afirmou que o ser humano anseia por uma pátria que o receba no final de suas fadigas. No entanto, ele mesmo reconheceu que a fé na vida eterna não é algo fácil.
"Inclusive entre os cristãos, a fé na ressurreição e na vida eterna é acompanhada por muitas dúvidas, por muita confusão, porque se trata de uma realidade que supera os limites da nossa razão e exige um ato de fé", ressaltou.
“Mas, com a fé em Cristo, tudo se transforma. Esta é a verdadeira novidade, que irrompe e supera toda barreira! Cristo derruba o muro da morte; nele se encontra toda a plenitude de Deus, que é vida, vida eterna”, declarou.
A outra morte – Bento XVI ainda acrescentou que há outra morte, que custou a Cristo a luta mais dura, inclusive o preço da cruz: trata-se da morte espiritual, do pecado, que corre o risco de arruinar a existência do homem.
"Cristo morreu para vencer esta morte e sua ressurreição não é a volta à vida precedente, mas a abertura a uma nova realidade, a uma ‘nova terra’, finalmente reconciliada com o céu de Deus."
Antes de despedir-se dos peregrinos, o Pontífice pediu que os fiéis confiem em Nossa Senhora para que nos ajude a renovar a fé em Cristo.
“Diante da proximidade do começo da Semana Santa, confiemo-nos a Nossa Senhora, que já participa desta ressurreição, para que nos ajude a dizer com fé: ‘Sim, Senhor, eu creio que tu és o Messias, o Filho de Deus', a descobrir que Ele é verdadeiramente a nossa salvação", concluiu.
Fonte: A12
Esta foi a explicação do Pontífice antes da oração mariana o Ângelus, com milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano.
"A morte representa para nós uma espécie de muro que nos impede de ver além; no entanto, nosso coração tenta ver além desse muro e, ainda que não possamos conhecer o que esconde, nós o pensamos, imaginamos, expressando com símbolos nosso desejo de eternidade”, afirmou o Santo Padre.
Bento XVI afirmou que o ser humano anseia por uma pátria que o receba no final de suas fadigas. No entanto, ele mesmo reconheceu que a fé na vida eterna não é algo fácil.
"Inclusive entre os cristãos, a fé na ressurreição e na vida eterna é acompanhada por muitas dúvidas, por muita confusão, porque se trata de uma realidade que supera os limites da nossa razão e exige um ato de fé", ressaltou.
“Mas, com a fé em Cristo, tudo se transforma. Esta é a verdadeira novidade, que irrompe e supera toda barreira! Cristo derruba o muro da morte; nele se encontra toda a plenitude de Deus, que é vida, vida eterna”, declarou.
A outra morte – Bento XVI ainda acrescentou que há outra morte, que custou a Cristo a luta mais dura, inclusive o preço da cruz: trata-se da morte espiritual, do pecado, que corre o risco de arruinar a existência do homem.
"Cristo morreu para vencer esta morte e sua ressurreição não é a volta à vida precedente, mas a abertura a uma nova realidade, a uma ‘nova terra’, finalmente reconciliada com o céu de Deus."
Antes de despedir-se dos peregrinos, o Pontífice pediu que os fiéis confiem em Nossa Senhora para que nos ajude a renovar a fé em Cristo.
“Diante da proximidade do começo da Semana Santa, confiemo-nos a Nossa Senhora, que já participa desta ressurreição, para que nos ajude a dizer com fé: ‘Sim, Senhor, eu creio que tu és o Messias, o Filho de Deus', a descobrir que Ele é verdadeiramente a nossa salvação", concluiu.
Fonte: A12
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