A sociedade infelizmente vive a mercê de sentimentos que confrontam com a vida cristã. O convívio humano tem confrontado o amar com o gostar do próximo que à primeira vista parecem afins. Mas qual é aquela diferença fundamental entre gostar e amar? Onde se situa a fronteira entre cada um destes conceitos? Quando é que deixamos de gostar para passarmos a amar? Será que eu preciso gostar das pessoas a quem Deus me mandou amar?
Antes vamos conceituar o amor dentro de nossa visão cristã. O amor de Deus se manifesta em suas várias intervenções na criação e na história de Israel. Deus dá uma prova suprema de amor, entregando seu próprio Filho à morte para nos salvar. Portanto, o amor do homem para com o Pai deve ser uma resposta. É o primeiro e o maior mandamento: “Mestre, qual é o grande mandamento na lei? Respondeu-lhe Jesus: 'Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda tua alma, e de todo o teu espírito'. Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: 'Amarás o teu próximo como a ti mesmo'.” (Mt 22,36 ss).
O amor é uma atitude, algo que se faz em favor de alguém que precisa de nosso auxílio. Amor não é um sentimento que se tem por um amigo ou um parente, ou aquele friozinho na espinha que sentimos quando uma pessoa querida está se aproximando. Deus nos enviou para amar e não para gostarmos de todas as pessoas. O grande desafio do cristianismo é que nele nós somos convidados a amar, sobretudo, os inimigos, aqueles que nos perseguem e que falam mal de nós.
Basicamente podemos afirmar que Amar é DAR. Gostar é TIRAR. Quando se gosta de algo estamos a obter uma “resposta” que faz com que haja um sentimento de obtenção de algo de outra pessoa. Por exemplo, você pode gostar muito dos seus filhos porque eles dão o prazer de os ter, de os ver, de estar com eles, de os abraçar, etc.
Amar é o contrário, não é tirar prazer de alguém, mas é DAR algo a alguém; é DAR no sentido mais aberto da palavra; dar-me ao outro, colocar-me à disposição desse alguém, fazer com que esse alguém TIRE de nós o que quiser. A partir deste momento você compreende que ama seus filhos porque é capaz de se dar, de se entregar, para que eles tirem algo de você. Amar é uma entrega total.
Cristo nos deixou o seguinte ensinamento: “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei” e nessa frase sintetizou a essência da sua mensagem. Devemos nos doar aos outros, como Ele mesmo se doou a humanidade.
Diante destes fatos nos cabe a pergunta: será que amamos ou gostamos da pessoa que está ou nosso lado? Que a graça do Pai esteja sempre em nosso interior.
Ruan Sousa (ministro de música e coordenador dos coroinhas paroquiais)
Antes vamos conceituar o amor dentro de nossa visão cristã. O amor de Deus se manifesta em suas várias intervenções na criação e na história de Israel. Deus dá uma prova suprema de amor, entregando seu próprio Filho à morte para nos salvar. Portanto, o amor do homem para com o Pai deve ser uma resposta. É o primeiro e o maior mandamento: “Mestre, qual é o grande mandamento na lei? Respondeu-lhe Jesus: 'Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda tua alma, e de todo o teu espírito'. Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: 'Amarás o teu próximo como a ti mesmo'.” (Mt 22,36 ss).
O amor é uma atitude, algo que se faz em favor de alguém que precisa de nosso auxílio. Amor não é um sentimento que se tem por um amigo ou um parente, ou aquele friozinho na espinha que sentimos quando uma pessoa querida está se aproximando. Deus nos enviou para amar e não para gostarmos de todas as pessoas. O grande desafio do cristianismo é que nele nós somos convidados a amar, sobretudo, os inimigos, aqueles que nos perseguem e que falam mal de nós.
Basicamente podemos afirmar que Amar é DAR. Gostar é TIRAR. Quando se gosta de algo estamos a obter uma “resposta” que faz com que haja um sentimento de obtenção de algo de outra pessoa. Por exemplo, você pode gostar muito dos seus filhos porque eles dão o prazer de os ter, de os ver, de estar com eles, de os abraçar, etc.
Amar é o contrário, não é tirar prazer de alguém, mas é DAR algo a alguém; é DAR no sentido mais aberto da palavra; dar-me ao outro, colocar-me à disposição desse alguém, fazer com que esse alguém TIRE de nós o que quiser. A partir deste momento você compreende que ama seus filhos porque é capaz de se dar, de se entregar, para que eles tirem algo de você. Amar é uma entrega total.
Cristo nos deixou o seguinte ensinamento: “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei” e nessa frase sintetizou a essência da sua mensagem. Devemos nos doar aos outros, como Ele mesmo se doou a humanidade.
Diante destes fatos nos cabe a pergunta: será que amamos ou gostamos da pessoa que está ou nosso lado? Que a graça do Pai esteja sempre em nosso interior.
Ruan Sousa (ministro de música e coordenador dos coroinhas paroquiais)